NOSSA HISTÓRIA

O LOCAL onde hoje se ergue a Cidade, foi habitado, primitivamente, pelos tupinambás, tendo com cacique "Cabelo de Velha", apelidado de Cururupu, origem do nome da localidade. Entre 1816 e 1835, os indígenas, que escaparam ao massacre de Bento Maciel Parente, abandonaram a terra, pela impossibilidade de convivência pacífica. A partir daí, portugueses vindo de Guimarães, começaram a povoar a região, iniciando-se o ciclo das grandes fazendas, onde fabricavam-se farinha de mandioca, açúcar e aguardente de cana usando engenhos a vapor.

Com a finalidade de desvendar a origem deste nome, muitas investigações têm sido realizadas, existindo portanto, duas versões que tentam explica-la. A primeira é conhecida lenda que diz ter o referido nome nascido da junção de Cururu, apelido do cacique Cabelo de Velha, com o som da arma que o matou, daí Cururupu; a segunda, sustenta que a vila tomou este nome de uma fazenda existente a margem esquerda do rio Curupu, onde fundeavam os barcos a vapor. Sabe-se, porém, que esse vocábulo é de origem indígena, significando na língua nativa "Cabelo de Velha".

Gentílico: cururupuense

 

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Cururupu, pele lei provincial nº 13, de 08-05-1835, subordinado ao município de Guimarães.

Elevado à categoria de município com a denominação de Cururupu, pela lei provincial nº 120, de 03-10-1841, desmembrado de Guimarães. Sede na antiga vila de Cururupu. Constituído do distrito sede. Instalado em

Pela lei municipal nº 1, de 22-04-1893, são criados os distritos de Bacuri, Bacuri-Panã e Roça de Baixo e anexado vila de Cururupu. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituído de 4 distritos: Cururupu, Bacuri, Bacurí-Panã e Roça de Baixo. Elevado à condição de cidade com a denominação de Cururupu, pela lei estadual nº 893, de 0903-1920. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

 

 

Fonte:IBGE




HINO DA CIDADE

HINO DE CURURUPU

Sob os luzeiros do céu
Refletidos no mar
Bravas gentes em batel (bis)
À terra vêm aportar.

Nesta vida,
Eterna lida,
Para a raça litorânea,
O mar está na própria alma,
Que pelo contato da infância,
Afronta-o com majestosa calma.
Cururupu, no Maranhão
É gleba do litoral do norte
E rebrilha na amplidão,
como lume natural bem forte.

Sob os luzeiros do céu
Refletidos no mar
Bravas gentes em batel (bis)
À terra vêm aportar.

Ao raio de luz,
Tudo reluz,
Mas, seu praial é similar
Do fulgor do nosso cristalino,
Que rebrilhando à beira mar,
Ao som da vaga, merece o hino.
Fertilidades há no torrão,
Que nunca sofrerão desgastes,
São pendores do coração:
Amor, fé, cultura e artes.

Sob os luzeiros do céu
Refletidos no mar
Bravas gentes em batel (bis)
À terra vêm aportar.

Pela messe
Sempre uma prece
Da nossa região centro-rural
Nos crepúsculos vespertinos
Emite-se oração campal,
Em prol do nosso destino.

Terra berço do gentio guerreiro
Onde o português encontrou arrimo
Gerando com o negro obreiro,
Um povo destas plagas genuíno.

Sob os luzeiros do céu
Refletidos no mar
Bravas gentes em batel (bis)
À terra vêm aportar.

Obra divinal,
Gera imortal,
Do verso artesão habilíssimo,
Ao nascer nosso mar o embalara
Laureando este país fertilíssimo,
Com os sonhos que editara.

Deste torrão gerações se levantam,
Sempre a irradiar pensamento novo
E a cantar, pescam e plantam,
Sendo em terra e mar um grande povo.

Sob os luzeiros do céu
Refletidos no mar
Bravas gentes em batel (bis)
À terra vêm aportar.

Composição: Djalma dos Santos Frazão


LEI DE CRIAÇÃO

MUNICÍPIO DE CURURUPU

Lei nº 269 de 31 de Dezembro de 1948

 

LIMITES MUNICIPAIS

1 – Com o Município de TURIAÇU:

Começa no porto do Itapéua, à margem direita do rio Turiaçu, próximo à cabeceira do mesmo nome; segue pelo talvegue do rio Turiaçu à jusante, até a baía desse nome e pelo meio desta até alcançar o limite das águas territoriais.

2 – Com o OCEANO ATLÂNTICO:

Começa no limite das águas territoriais, defrontando o meio da baía do Turiaçu; segue pelo limite das águas territoriais, compreendendo todas as linhas do litoral, à defrontar a baía do Uru.

3- Com o Município de GUIMARÃES:

Começa no limite das águas territoriais, defronte à baía do Uru, segue pelo meio desta baía e em seguida pelo talvegue do rio Uru, à montante, até a foz do rio Uru Mirim, seu afluente da esquerda; segue pelo talvegue deste rio à montante, até a estiva denominada Quilombo; continua por um alinhamento reto leste-oeste, chamado rumo do Neri, até o marco de pedra, pouco afastado da margem direita do riacho Grande, um dos formadores do rio Uru Mirim; daí por outro alinhamento, com a direção de sul, pelo rumo do Barão, a outro marco de pedra, pouco além do Rio Torto, afluente do Rio das Almas; segue por outro alinhamento em direção leste-oeste, até o marco de pedra, ponto de trijunção dos limites de Guimarães, Cururupu e Santa Helena.

4-Com o Município de SANTA HELENA:

Começa no marco de pedra, ponto de trijunção dos limites Cururupu, Guimarães e Santa Helena; segue por uma reta, com a direção de oeste, até a beira do mato, e deste ao Porto do Itapéua, à margem direita do rio Turiaçu, e próximo da cachoeira do Itapéua.

O Município tem um só distrito.
 

 

Este texto não substitui o original publicado em imprensa oficial.



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